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Sport Club de Vila Real e o Campo da Eira

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Sport Club de Vila Real O Sport Club de Vila Real foi fundado em 20 de Maio de 1920 por um grupo de rapazes cheios de boa vontade e amor ao desporto. Este club possui várias taças e troféus, entre as quais se contam as seguintes: - «O Povo do Norte»; - «1.° Torneio Atlético»; - «2.° Torneio Relâmpago»; - Taça «Dr. Roque da Silveira»; - Taça «Natação»; - Taça «Américo Martins Ferreira»; - Taça «Tabú»; - Taça «Trás-os-Montes» da F. P. F.; - Taça «António da Eira» - Taça «Marléne»; - Taça «Dr. José Augusto Fernandes»; - Taça «Óscar de Barros» e - Taça «Jubileu dos Bombeiros Voluntários de Vila Real. O Sport Club de Vila Real tem as secções de: Futebol, Ténis, Natação. Atletismo, Basket-Ball, Ciclismo, Ping-Pong e tiro de Chumbo. Ganhou o campeonato regional desde 1924 até à presente época de 1941-1942, sendo portanto, campeão da Província de Trás-os-Montes e Alto Douro há 17 anos. A sua actual Direcção [1943] é composta pelos Srs.: Presidente - Ar...

«Operário Futebol Club» - Vila Real

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«Operário Futebol Club» O « Operário Futebol Club » é um grupo aguerrido que dia a dia se vai tornando mais popular. Foi fundado em 1 de Maio de 1937 , dia consagrado à classe operária . Foram fundadores os Srs.: Turíbio Aranha, António Augusto Vaz, Francisco António Ferreira, Francisco Areias, Belmiro Augusto Morais, Francisco Quinteira e José Augusto Coutinho. Tem as seguintes secções : Futebol, Basket-Ball, Ciclismo, Natação, Ping-Pong e Tiro de Chumbo . Todas estas seccões foram inauguradas em 30 de Outubro de 1937 , tendo nesse dia o « Operário » realizado o seu primeiro desafio de futebol com o Sporting Club de Mirandela , fazendo uma brilhante exibição e mostrando, todos os seus componentes, grande entusiasmo, vontade e espírito de sacrifício para o desenvolvimento do team . A sua actual Direccão é composta pelos seguintes elementos: Presidente, Celestino Taveira: Vice-Presidente, Ilídio Taveira Leite: 1 Secretário, Turíbio Goncalves Aranha; 2º Secretário, Sebastiã...

As Portas da Vila e a cinta de muralhas de Vila Real

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Reconstituição das Portas da Vila (segundo dados históricos) demolidas em 1873 (1) "(…) apesar de, em 1293, D. Dinis declarar: « eu devo a fazer o muro da vila boo e cercala toda » - sem para isso, aliás, exigir o imposto de anúduva dos vizinhos de Vila Real, - a verdade é que, ainda em Julho de 1303, o mesmo Rei assinou um documento em que se lê: - « Eu fico pera lhys fazer o muro é essa villa quando o poder fazer, querêdo deus » (A. d'Azev. 70). Não há dúvida, porém, que a cinta de muralhas veio a ser erguida no decurso do séc. XIV - por sinal, com pedras retiradas (segundo a tradição referida por D. Jerónimo Contador de Argote ), das ruínas da velha e abandonada Panónias ... (Argote Mem. para a Historia Eclesiastica do Arcebispado de Braga , Tomo I, Lisboa, 1732, pág. 326). «Os muros de D. Dinis - escreveu no século passado o Rev. Dr. Pedro Augusto Ferreira, erudito conhecedor de velharias - formavam uma espécie de paralelogramo que abrigava em si a vila velha e tinh...

Camilo por terras de Vila Real: Roteiro

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1. Campanário de São Dinis . 2. A Casa dos Brocas , sita na então chamada Rua da Piedade, foi   mandada construir pelo avô de Camilo, Domingos José. 3. O Teatro de Vila Real surge em 1846 com a adaptação de um   edifício pertencente ao tio João Pinto da Cunha para a estreia   de  Agostinho de Ceuta , a primeira obra dramática de Camilo   Castelo Branco. Situava-se na antiga Rua do Tribunal, há muito   absorvida pela Avenida Carvalho  Araújo . Funcionou durante  quase quatro décadas. 4. No entroncamento da Rua das Flores (hoje Rua D.  Margarida  Chaves ) com a Rua de S. Jacinto (hoje Rua Isabel Carvalho) levou   Camilo as célebres cacetadas do Olhos-de Boi . ( ver nota 1 ) 5. Algures na Rua Direita foi Camilo espancado por um grupo de   sargentos de Caçadores 3. ( ver nota 2 ) 6. Cheia no rio Corgo 7. Na Rua da Guia viveu Camilo a sua ligação com Patrícia Emília. 8. Na Rua do Jogo da Bola (hoje Rua Alexandre Herculano...

A Cadeia de Vila Real em construção (1940)

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Cadeia de Vila Real (1940) " O Século " Número Extraordinário Comemorativo do Duplo Centenário da Fundação e Restauração de Portugal (1940)   A Cadeia da Comarca de Vila Real “Inaugurada em Março de 1941, a Cadeia da Comarca de Vila Real é um edifício de construção moderna, obra de merecimento do construtor Silvestre da Mota . É um dos melhores edifícios da cidade, sob o ponto de vista arquitectónico. A Cadeia de Vila Real é composta de 52 celas, suficientemente espaçosas e dotadas das indispensáveis condições higiénicas. Frise-se bem que o seu edifício magnífico foi construído num lugar de características essencialmente sanatoriais. A respeito do seu regime prisional pode dizer-se que corresponde às modernas reformas prisionais, por isso que todos os presos encontram nele as facilidades que são compatíveis com o princípio de humanidade e de regeneração.” In “Concelho de Vila Real”, Julho de 1943 – Bandeira de Tóro Nota:  De acordo com informação disponibilizada...

Avenida Rainha Santa Isabel | Razões da toponímia vila-realense

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«5º - Outro ofício do Pároco da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição, sugerindo à Câmara o nome de “Avenida Rainha Santa” ou “Avenida Santa Isabel”, a dar à artéria de acesso ao Centro Paroquial de Nossa Senhora da Conceição. Deliberado denominar de “ Avenida Rainha Santa Isabel ” a artéria em questão.» (o negrito é nosso) Fonte: Livro de atas da CMVR – Sessão de 14/09/1978 | CT: AMVR/ALL-CMVR/B/A/001/Lv0129   O Pároco, desde a criação da Freguesia/Paróquia de Nª Sª da Conceição, era Mons. João Costa . A Rainha Santa Isabel foi a primeira donatária de Vila Real . Com a  fundação de Vila Real ,  D. Dinis  ofereceu o Senhorio da Vila a sua mulher,  D. Isabel , a fim de que o mesmo fosse sempre pertença das Rainhas de Portugal, o que não veio a acontecer Sugestões: Rua de Teixeira de Souza | Razões da toponímia vila-realense Rua dos Combatentes da Grande Guerra | Razões da toponímia vila-realense Rua Marechal Teixeira Rebelo | Razões da toponímia v...

As enigmáticas ânforas de Manuel Rosa no Largo de São Pedro

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Quem passa pelo  Largo de São Pedro , em Vila Real, é frequentemente atraído pela imponência da igreja que domina aquele espaço histórico da cidade, a  igreja paroquial de São Pedro . No entanto, entre o templo e o miradouro voltado para o  Largo Almeida Garrett , encontram-se duas esculturas em bronze que, apesar da sua discrição, constituem um dos mais interessantes exemplos de arte pública contemporânea em Vila Real. Trata-se de duas ânforas antropomórficas da autoria do  escultor português Manuel Rosa , obras que conjugam memória, simbolismo e diálogo com o espaço urbano. Um escultor de referência da arte contemporânea portuguesa Nascido em Beja, em 1953,  Manuel Rosa  pertence à geração de escultores que contribuiu para a renovação da escultura portuguesa nas décadas de 1980 e 1990. Licenciado em Escultura pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, em 1978, trabalhou nos seus primeiros anos ao lado de João Cutileiro, um dos mais influente...