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Corpo Docente da Escola do Magistério Primário de Vila Real - Curso 1969-71

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O nosso Director e os nossos Professores (Curso 1969-71) Sentados da esquerda para a direita - D. Maria Florinda Martins da Mota (Prof. de Organização Política); Arquitecto António Flávio Monteiro (Secretário da Escola e Professor de Desenho e Trabalhos Manuais); José Rolando da Silva Pereira de Sousa (Director da Escola); Dr. D. Noémia de Oliveira Sampaio (Prof. de Psicologia); Joaquim Gonçalves Moura (Prof. efectivo da Cadeira de Didáctica Especial A). Em pé e pela mesma ordem - Óscar Gonçalves Vieira (Prof. da Cadeira de Didáctica Especial B); Dr. P. Manuel Teixeira Borges (Ed. Moral) e Dr. P.e Augusto Luís Ferreira de Matos (Ed. Musical). ( Nota: a ordem é a inversa ) ***** Maio de 71 Na torre enegrecida da actualidade, Vê-se, Em marcha compassada, o futuro. Todos o sentimos perto Mas o coração não quer ver. Pois com ele virá a separação, De tudo o que juntos, Conseguimos ter. Já a moça bela, Não espreitará, do verde, do castanho do vermelho postigo (Agora ja

O cemitério de São Dinis, em Vila Real (1863)

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Cemitério de Villa Real de Traz-os-Montes, segundo um esboço do sr. Lopes Mendes (Archivo Pittoresco, nº16 - 1863) “Após a vitória do liberalismo, em 1834, o governo preocupou-se com a criação dos cemitérios. Porém, o sentimento da população não era unânime. Uns apoiavam os sepultamentos ao ar livre, para evitar as epidemias provocadas pelos corpos em decomposição, contagiando quem se deslocasse às igrejas para cumprirem os deveres religiosos, outros defendiam que a alma só usufruiria de regalias especiais na sua vida de além-túmulo, se o corpo fosse inumado dentro de um recinto sagrado. (…) As obras do cemitério de S. Dinis , iniciaram-se em Outubro de 1841. O mestre pedreiro Jose Maria Benito Cobelo , galego, residente em Vila Real, foi o responsável pelo trabalho de pedraria. Em Novembro de 1843 foi edificado o paredão do lado poente aproveitando a pedra resultante da demolição de duas moradas de casas ali existentes. No cemitério de S. Dinis levantado o muro e o pórtico,

Vila Real, segundo uma descrição feita em 1863

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Vila Real vista da ponte do Corgo, segundo um esboço do sr. Lopes Mendes (1863) Vila Real eleva-se em anfiteatro sobre uma colina triangular, cujos dois lados são formados pelos rios Corgo e Cabril ; e a base que a une ao bairro da Boa-vista apresenta um plano elevado, que se estende até à serra do Amezio [Mesio?]. Esta vila, capital da província de Trás-os-Montes , foi fundada por el-rei D. Dinis em 1289 , em virtude da resolução tomada na cidade da Guarda, pelas Cortes, em que tiveram acesso, como procuradores da cidade de Panóias e seus territórios , Pedro Lourenço Portocarrero , o Abade de Santa Maria de Sanfins , e o Abade de S. Salvador de Mouçós , Gil Constâncio . Encerradas as ditas Cortes, veio D. Dinis examinar o sítio da nova vila, que, merecendo a sua aprovação, lhe concedeu carta foral com doação amplíssima, datada em Lisboa a 24 de Fevereiro de 1321. Mandou edificar a igreja de S. Dinis , e cercar a vila de muros, que foram demolidos por ordem do Conde de Ama

As armas de Vila Real em 1863 - sobre o «Aléo»

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" Vila Real tem por armas uma coroa de louro, e dentro dela a palavra Aléo , que, segundo a tradição, se explica da seguinte maneira. El-rei D. João I , depois de haver conquistado a cidade de Ceuta , cuidados de deixar nela por governador pessoa de tal valor que a conservasse e defendesse. Tendo já recusado este governo alguns cavaleiros a quem se oferecera, pelo grande risco que se considerava na sua defesa, pedira este governo D. Pedro de Meneses , que foi o primeiro Conde de Vila Real . Mandou-o el-rei chamar em ocasião que ele com outros cavaleiros andava jogando a choca , que era jogar a bola fazendo-a saltar com uma vara grossa. Foi logo D. Pedro à presença do rei com o cajado ou vara com que estava jogando, que naquele tempo se chamava aléo . E perguntando-lhe D. João I se se atrevia a defender dos mouros aquela praça, respondeu que com o aléo que tinha na mão a defenderia, como fez, obrando as proezas que refere a Crónica daquele rei, e a dele, D. Pedro de M

"Rua da Praça em que se representam as comédias"

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Numa coleção de memórias de Vila Real, remetidas oficialmente à Academia Real de História , em 1721 (códice A (??) da Biblioteca Nacional de Lisboa ), se lê a seguinte notícia, que serve para corroborar a opinião de que os nossos teatros antigos eram descobertos, como são hoje as praças de touros. Rua da Praça em que se representam as comédias « Pela parte de dentro dos arcos do terreiros do Tabolado, fica a rua da praça que faz rossio quadrado, aonde está o pelourinho feito com grandeza e primor da arte, onde se vende pão cozido, pescado, azeite, fruta e hortaliças, e assim mais, leitões, caças, queijos, frutas secas, doces, e outras coisas comestíveis, cuja vendagem se estende por toda esta circunferência até ao arco do Duque e rua da Ferraria , e a fazem regateiras obrigadas na Câmara cada uma a seu género. E de tudo está sempre tão abundante e mimosa, que no seu tanto pouco difere da fertilidade que se vê na ribeira da corte e cidade de Lisboa ocidental. Na quadratura

A Rua Central - atual Rua Combatentes da Grande Guerra - em Vila Real (1920)

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Se acreditássemos em tudo o que vem publicado, a Rua Central (atual Rua Combatentes da Grande Guerra ) em Vila Real teria, em tempos, sido "teletransportada" para Chaves! É importante termos – sempre - o nosso sentido crítico e não acreditarmos em tudo o que nos dizem, mesmo que publicado na internet ou no FB, e partilhado até à exaustão! Fonte: “ Ilustração Portuguesa ” - 1920 Sugestões: Conserto do relógio da Capela Nova, e não só, no séc. XIX Capela Nova - Monumentos religiosos de Vila Real vistos antigamente Convento de Santa Clara - Vila Real

Imagens da colocação da estátua de Diogo Cão em Vila Real (1958)

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Diogo Cão  foi o comandante das armadas que, entre 1482 e 1486, fizerem o reconhecimento da  costa ocidental de África , desde o  cabo de Catarina até à Serra Parda . O feito mais notável é o da  chegada à foz do rio Zaire , em Abril de 1483. Sobre  Diogo Cão  escreveu  Fernando Pessoa : “ O esforço é grande e o homem é pequeno. Eu, Diogo Cão, navegador, deixei Este padrão ao pé do areal moreno. E para diante naveguei. E ao imenso, e possível oceano Ensinam estas Quinas, que aqui vês, Que o mar com fim será grego ou romano: O mar sem fim é português .” Em Vila Real, a sua memória - para além da Casa Diogo Cão , onde a tradição afirma que terá nascido - está perpetuada através de uma estátua, da autoria de Canto da Maya, que se pode ver no Jardim da Praça com o seu nome. Dá, ainda, o seu nome a uma rua, junto à Praça, e a um Agrupamento de Escolas, cuja Escola sede também tem o seu nome. Fontes Imagens: Colocação da Estátua de Diogo Cão, Vila Real (Escultor Canto

Corpo docente da Escola do Magistério Primário de Vila Real - Curso 1967-69

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Os nossos Directores e os nossos Professores Sentados da esquerda para a direita - Dr. Pe. Manuel Teixeira Borges (Ed. Moral); José Rolando da Silva Pereira de Sousa (Director da Escola); Dr. Aristides Carmálio Loureiro de Figueiredo (Ex-Director); Arquitecto António Flávio Monteiro (Secretário da Escola e Professor de Desenho e Trabalhos Manuais). Em pé - Prof. Joaquim Gonçalves de Moura (Didáctica A); Drª. D. Maria Noémia de Oliveira Sampaio (Prof. de Psicologia e Organização Política); Prof. D. Maria do Céu Araújo (Ed. Física); Prof. Óscar Gonçalves Vieira (Didáctica B); Dr. Pe. Augusto Luís Ferreira de Matos (Ed. Musical). ***** Conheci-os(as) a todos(as), e dois “ainda” foram meus Mestres , em 1981-84: Drª. D. Maria Noémia de Oliveira Sampaio e Dr. Pe. Augusto Luís Ferreira de Matos . Sugestões: Alunos, Docentes e Orientadores Pedagógicos da Escola do Magistério Primário de Vila Real – Curso 1981-84 Escola do Magistério Primário de Vila Real (Corpo docente) – Curso 1965-6

Sé de Vila Real - Aspetos gerais das naves (antes e depois das obras)

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Igreja de São Domingos - Sé de Vila Real - Aspecto geral das naves antes das obras   Igreja de São Domingos - Sé de Vila Real - Aspecto geral das naves depois das obras Fonte: Boletim da Direcção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais -  Igreja de S. Domingos - Via Real - Setembro de 1955 (81) Sugestões: Aos visitantes da Sé Catedral de Vila Real A Diocese de Real vista, em 1943, por Bandeira de Toro D. João Evangelista de Lima Vidal, o primeiro Bispo da Diocese de Vila Real

“O Povo do Norte” – Caminho de Ferro do Corgo

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A imagem reproduz a 1ª página do periódico local « O Povo do Norte » de 23 de Agosto de 1903. O editorial refere a abertura dos trabalhos para o Caminho de Ferro do Corgo . O centro da página, simbolicamente queimado, mostra-nos uma queda de água. Este periódico (31 de Maio de 1891 a 17 de Julho de 1932) foi fundado por: - Adelino Samardā (1863-1929) que foi seu redactor desde o início e mais tarde seu director, proprietário e mesmo editor; - e Guilhermino Vieira da Silva (1864-1920), proprietário da Imprensa Moderna (Tipografia onde se imprimia o jornal), que foi seu editor e administrador. Após o 5 d'Outubro ingressou o jornal na União Republicana , consequência das suas anteriores características republicanas. Em 1919, após uma interrupção de aproximadamente 11 meses, o jornal reapareceu como órgão local do « Partido Republicano Liberal », fusão dos partidos Evolucionista , Unionista e Centrista . Com o falecimento de Adelino Samardã assumiu a direcção Agos