segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

EDUCAÇÃO não pode ser paixão!

Diz um provérbio africano que «Para educar uma criança é necessária toda uma aldeia».

Perante esta evidência, ninguém se pode eximir de participar nesta nobre missão com o seu “saber fazer” mas, principalmente, com o seu “saber ser”.

Ao mesmo tempo, e embora possa haver quem tenha opinião inversa, estou convicto de que cada cêntimo retirado ao “investimento na educação”, mais cedo ou mais tarde – e creio que mais cedo do que tarde – fará com que nos arrependamos amargamente.

Infelizmente, quando tivermos oportunidade para comprovar esta realidade (cêntimos poupados na educação vão custar-nos, anos mais tarde, muitos euros noutras áreas…), já nada poderemos fazer para remediar esta situação, nem para “julgar” devidamente os “culpados”, porque os “crimes” já terão prescrito.

Sim, considero um “crime” poupar (por mais pequena que seja a quantia) na EDUCAÇÃO das crianças e jovens que um dia governarão o nosso país, afirmando-se como líderes locais, regionais, nacionais e, quem sabe, mundiais…

Não quero com isto dizer que se deve gastar, indiscriminadamente, “o que temos e o que não temos”, como se não houvesse amanhã. O que defendo, convictamente, é que se há área de actividade humana onde se deve investir sempre é na Educação (incluindo nesta palavra também a ciência e a investigação).

Dir-me-ão que o dinheiro disponível não chega para tudo. É a dura verdade. Logo, há que fazer opções. E é pelas opções que forem feitas que poderemos constatar a “largueza e profundidade de horizontes”, a competência e o sentido de responsabilidade dos nossos governantes.

A EDUCAÇÃO não pode – nunca – ser uma paixão! A paixão é efémera, fugaz, não perdura por muito tempo. Não tem condições para crescer, antes e apenas para minguar até desaparecer.

A EDUCAÇÃO deve ser encarada como um AMOR, maduro e responsável, que precisa de ser, constante e atentamente, cultivado, para não se correr o risco de definhar e desaparecer.

Diz um aforismo chinês que “Se vires um pessoa com fome à beira de um rio, não lhe dês uma cana, mas ensina-o a pescar». Ora, a Educação é a cana! Tudo o resto são “peixes”, que se consomem…

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Indignação silenciosa que grita aos quatro-ventos

Para propor a redução do número de Juntas de Freguesia e do número de Vereadores, o Ministro Miguel Relvas (numa das suas visitas ao Brasil), deve ter-se inspirado nestes outdoors:





Em Jaraguá (Brasil), a população, protestou de forma silenciosa mas demonstrou a sua indignação acerca da proposta de aumento do número de vereadores na Câmara, colocando estes outdoors.

Se a moda pega por estes lado, as empresas gráficas e as empresas que alugam outdoors vão passar ao lado da crise!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Deus nos livre dos obsessivos!

Todos os que não têm memória curta nem são facciosos ou sectários, facilmente se lembrarão de algumas das últimas obsessões do anterior Primeiro-ministro, José Sócrates: tudo estava a correr sempre bem, o país não estava em crise! E quando começaram a surgir os primeiros sinais da crise: o país já estava a sair dela (e era o primeiro a sair), pois os dados macroeconómicos eram formidáveis, etc., etc… até à obsessão final de recusar o mais que pode (o que veio agravar ainda mais a nossa situação) até se ver obrigado a pedir ajuda financeira externa.

José Sócrates foi, durante anos, a imagem da OBSTINAÇÃO (no mau sentido), e que em nada ajudou (muito pelo contrário), o nosso país.

A teimosia (no bom sentido) ou perseverança, são valores que devemos cultivar. Mas quando sob a capa de perseverança se escondem comportamentos obsessivos de teimosia obstinada e inflexível, algo está mal.

Estou convicto de que o actual Primeiro-ministro, seriamente convicto de que tem um “destino a cumprir”, e no seu afã de mostrar serviço à Troika, aos “mercados”, à dupla Merkle-Sarkozy, etc., está a enveredar por um caminho de pura obstinação, esquecendo que com a emigração a aumentar, e a vida da maior parte dos portugueses a desfazer-se, angustiados, deprimidos, sem qualquer esperança nem sinais, ainda que ténues, de um amanhã melhor, rapidamente se vai tornar num PM de montes e vales, praias ensolaradas, rios, barragens, florestas queimadas, aldeias e vilas desertas, cidades a abarrotar de desempregados, vagueando pelas ruas, e onde os crimes violentos aumentarão a um ritmo vertiginoso.

É que na sua última entrevista, o nosso PM já colocou a possibilidade de, caso haja algum problema “externo”, a austeridade ter de aumentar em 2012. Mas não foi capaz, porque não quis, não se lembrou ou está proibido de equacionar a possibilidade de dizer, alto e bom som: se os factores externos não nos permitirem alcançar em 2012 o défice previsto, não aumentarei a austeridade dos portugueses (porque não é culpa deles!), antes vou negociar o aumento do valor do défice.

Não sou economista, nem tenho formação na área financeira, mas parece-me do senso comum que não vale a pena continuar a espoliar mais os portugueses, pois quanto menos cada um de nós tiver para poder sobreviver, mais difícil será a vida de todos e mais difícil será a recuperação, não só económica, mas também social.

Há um limite para tudo. E estou convicto de que já ultrapassamos o limite do suportável!

Esperemos que não seja necessário promovermos procissões, não a pedir chuva ou sol (com antigamente, quando um deles faltava), mas a pedir bom senso e humanidade para os nossos governantes.

Perante tudo o que nos está a acontecer, só Deus nos pode ajudar!

domingo, 27 de novembro de 2011

Opiniões avalizadas sobre o casamento



Quando um homem te rouba a mulher, não há maior vingança que deixá-lo ficar com ela.(Sacha Guitry)

Depois do casamento, marido e mulher são as faces da mesma moeda: continuam juntos, mas não se podem ver.
(Hemant Joshi)

Se a tua mulher é meiga, serás feliz. Se a tua mulher é má, serás um filósofo.
(Sócrates)

As mulheres dão-nos inspiração para grandes objectivos, mas depois não nos deixam atingi-los.
(A.Dumas)

Li recentemente que o amor é uma questão de quimica.
Deve ser por isso que a minha esposa me trata como se fosse lixo tóxico.(David Bissonette)

A grande pergunta... que nunca consegui responder... E que é: Que quer uma mulher?
(Sigmund Freud)

Comentei umas palavras com a minha mulher, e ela comentou uns parágrafos comigo.
(Anónimo)

Não me preocupo com o terrorismo. Estive casado por dois anos.
(Sam Kinison)

Dois segredos para manter vivo o matrimonio:
1. Quando estiveres errado, admite-o.
2. Quando tiveres razão, cala-te.
(Nash)

A maneira mais certa de recordar o aniversário da tua esposa é esquecê-lo uma vez.
(Anónimo)

Sabem o que é que disse antes de me casar? Tudo o que queria!!!!
(Henny Youngman)

Minha esposa e eu fomos felizes por vinte anos. Depois conhecemo-nos.
(Rodney Dangerfield)

Uma boa esposa sempre perdoa ao seu marido quando está errada.
(Milton Berle)

As ex-esposas tratam-te o resto dos teus dias como se ainda o fossem.
(Óscar Saidon)

Sempre que saimos, minha mulher e eu, caminhamos sempre de mão dada.
Se a solto, foge para as compras...
(Anónimo)

Ela tem uma batedora eléctrica, uma torradeira eléctrica, uma máquina de fazer pão eléctrica...Um dia disse-me: "Caramba, temos um monte de aparatos eléctricos e não temos numa cadeira decente para nos sentarmos."
Pensei em comprar uma CADEIRA ELÉCTRICA, mas contive-me...
(Anónimo)

Casei-me com a senhora "Tenho Razão".. Só não sabia que o seu segundo apelido era "Sempre".
(Anónimo)

Já faz três dias que não falo com ela! É que não gosto de interrompê-la.
(Anónimo)

Tenho que admitir que a nossa última discussão foi culpa minha. Quando ela me perguntou:
-"Que estás a ver na TV ?"
E eu respondi:
-"Bastante pó. Devias limpá-lo"
(Anónimo)

O matrimónio é uma relacão entre duas pessoas, em que uma tem sempre razão, e a outra é o marido.
(Anónimo)

Partilha estas opiniões com todos os homens teus amigos, para que se riam muito… e com aquelas mulheres com muito sentido de humor, para que possam entendê-las!

A mania dos remédios caseiros

Porque as tristezas continuam a não pagar dívidas, aqui deixo um texto recebido via correio electrónico:

Um médico, depois de ver a história clínica do paciente, pergunta:

- Fuma?

- Pouco.

- Faz bem. Quanto menos melhor.Bebe?

- Pouco.

- Ainda bem.Pratica desporto?

- Não posso. Tenho lesões antigas.

- Pois, é pena.E sexo, pratica com frequência?

- Muito pouco.

- Isso é que não pode ser. Se não pratica desporto, deve compensar fazendo muito sexo. Vá para casa e pense bem nisso...

Ele foi para casa, contou à mulher o que o médico lhe tinha dito e, de seguida foi tomar um banho. A mulher, esperançosa, enfeita-se, perfuma-se, põe o seu melhor baby-doll e fica à espera dele, numa pose toda provocante.

Ele sai do chuveiro, perfuma-se cuidadosamente, começa a vestir-se, e a mulher, surpreendida, pergunta:

- Aonde é que vais?

- Não ouviste o que o médico me disse?

- Sim, por isso mesmo estou aqui, já prontinha para... tu sabes!

Então ele responde:

- Ah, Francisca, Francisca, lá estás tu outra vez com a mania dos remédios caseiros...
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